Pedro - Prof de engenharias - Bela Vista
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Pedro

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Pedro - Prof de engenharias - Bela Vista
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Aulas de Engenharia Elétrica, Eletrônica, Controle e Automação, Robótica, Programação (C, Matlab), Simulação de Circuitos (Plecs, Simulink, Psim, LTspice, Proteus)

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Super professor

Pedro é um dos nossos melhores professores de Engenharias. Possui um perfil de qualidade, um diploma verificado, um rápido tempo de resposta e ótimas avaliações por parte dos seus alunos!

Sobre Pedro

Meu nome é Pedro Ivo, sou Engenheiro Eletricista, Mestre em Eletrônica de Potência e atualmente Doutorando em Controle e Automação. Com mais de 5 anos de experiência atuando em projetos de alto nível na indústria automotiva global, trago para as aulas não apenas a base teórica sólida, mas também a visão prática e aplicada do mercado.

Minha Qualificação e Diferenciais:

Base Acadêmica Forte: Mestrado e Doutorado nas áreas que leciono, garantindo domínio profundo dos conceitos mais complexos.

Experiência Internacional de Mercado: Atuei como Responsável Técnico na Aptiv para a Maserati MC20 em Turim (Itália) e como Projetista de Produto para a Stellantis/Fiat, também na Itália. Vivenciei os padrões de excelência e inovação da engenharia europeia.

Aplicação Prática: Liderança técnica em projetos de P&D (como Embrapii, Rota 2030, Mover) envolvendo:

Sistemas Embarcados e programação em C/C++ para microcontroladores.

Eletrônica de Potência e projeto de conversores e PCBs.

Modelagem e Simulação avançada com MATLAB/Simulink, PLECS, LTspice.

Automação Industrial, testes Hardware-in-the-Loop (HIL) e redes CAN.

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Sobre a aula

  • Escola primária
  • Collège
  • 1º ciclo do ensino secundário
  • +8
  • níveis :

    Escola primária

    Collège

    1º ciclo do ensino secundário

    2º ciclo do ensino secundário

    Terminale

    BTS

    Ensino Superior

    AEA

    Mestrado

    Doutoramento

    MBA

  • Inglês
  • Português
  • Italiano

Todos os idiomas falados na aula :

Inglês

Português

Italiano

- Preço personalizado para nível de cada aluno, à combinar.

Acredito que a engenharia se aprende fazendo. Minhas aulas são dinâmicas e personalizadas, focadas em:

Solidificar a teoria de forma clara e objetiva.

Aplicar o conhecimento na resolução de problemas práticos, exercícios e projetos.

Conectar os conceitos com aplicações reais da indústria, mostrando o "porquê" e o "como" das coisas.

Posso ajudá-lo(a) em:

Disciplinas de graduação e pós-graduação (Circuitos Elétricos, Eletrônica Analógica/Digital, Controle Clássico, Conversão de Energia, etc.).
Desenvolvimento de projetos.
Preparação para provas e recuperações.
Aprendizado de ferramentas de software (MATLAB, Simulink, PLECS, C/C++).
Dúvidas pontuais em sistemas embarcados, modelagem de sistemas e robótica.

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Preços

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  • 1) Tem quanto tempo que você possui interesse pela matéria que você leciona e por dar aulas particulares?

    A matemática veio primeiro. Na escola, eu vivia mergulhado em problemas de olimpíada de matemática, ganhei ouro, prata, bronze, mas o que ficou foi o jeito de pensar: aprender a perguntar, a duvidar, a procurar a beleza escondida na lógica. A engenharia elétrica foi o passo seguinte, onde o número virou corrente, o sinal virou informação, a teoria virou engenharia.

    Ensinar, porém, veio de casa. Minha mãe, minhas tias, minha irmã, todas professoras. O giz, o caderno, as provas corrigidas à noite. Aos 14 anos, já dava aula de matemática para alunos do sexto e sétimo ano na minha escola, preparando novos alunos para olimpíadas. Depois, ensinei xadrez. Aprendi que ciência e jogo se parecem: ambas nos ensinam a pensar adiante, a recuar quando preciso, a avançar com cuidado.
  • 2) Conte-nos um pouco sobre a matéria que você leciona: o que você mais sente prazer em ensinar e o que, eventualmente, te agrada menos?

    Minhas aulas são de engenharia elétrica, eletrônica, controle e automação, matemática, lugares onde a física e o cálculo encontram a prática. O que me alegra é mostrar que uma função de transferência não é só um bloco no quadro: ela pode ser o coração de um sistema que estabiliza um carro, regula uma tensão, transforma energia. A ciência não está nos livros, mas no que conseguimos construir com eles.

    O que me cansa, confesso, é a pressão da nota, que aperta o olhar e diminui a curiosidade. Mas sigo em frente, porque acredito que ensinar não é apenas aprovar, é abrir caminhos.
  • 3) Qual(ais) é(são) seu(s) modelo(s) ou inspiração(ões)? Pode ser desde um professor até um artista ou obra que tenha te inspirado!

    Tenho uma inspiração que é Richard Feynman. Não por ser um gênio, embora fosse, mas pelo jeito de ensinar. Ele falava como quem conversa, como quem não precisa provar nada, e dizia que, se você não consegue explicar algo simples, é porque não entendeu direito. A ciência, para Feynman, não é um monte de respostas, é um jeito de pensar, de duvidar, de se maravilhar. É isso que tento levar para a sala de aula.
  • 4) Quais são, na sua opinião, as qualidade necessárias para ser um excelente profissional na sua especialidade de ensino?

    Curiosidade, paciência, método. A primeira move, a segunda sustenta, a terceira conduz. Lembro da primeira vez que dei aula num auditório, Circuitos Elétricos. O coração batia forte, mas eu tinha estudado, me preparado. Aprendi ali que o professor não está para mostrar que sabe, mas para dar chão ao aluno.
  • 5) Você teria alguma história e/ou curiosidade engraçada relacionada à sua profissão ou as aulas para compartilhar?

    Aos 14 anos, na minha primeira aula de matemática, o nó na garganta era maior que o conteúdo. Respirei, comecei com um problema simples e fui explicando devagar. Quando vi os olhos dos alunos brilharem com a solução, entendi: ensinar não é passar informação, é cativar o aluno.
  • 6) Confesse pra gente, você também já passou por alguma dificuldade na escola/faculdade na matéria que você leciona...

    Nunca tive medo de desafio. Quando prestei o vestibular, vi ali o peso das provas, uma daquelas que testam não só o que você sabe, mas o que você é capaz de sustentar sob pressão. Foi difícil, sim, mas confesso: gostei de sentir esse aperto. Ele me mostrou que o limite não é um muro, é uma linha que a gente pode ultrapassar com estudo e calma. Essa experiência me ensinou a valorizar o processo, não só o resultado. E me deu olhos para ver o aluno que também se sente apertado, e que, com o tempo certo, também passa.
  • 7) Nos ajude a te conhecer um pouco melhor, conte-nos um pouco sobre suas paixões!

    Futebol com os amigos, corrida no fim da tarde. Gosto de aprender idiomas, falo inglês e italiano, e isso me ajuda a alcançar mais gente. Mas o que me move mesmo é a sala de aula, cada aluno que chega com uma dúvida e vai embora com uma descoberta, isso me completa.
  • 8) O que faz de você um Superprof (além de ter respondido a esta entrevista) ?

    Não tenho um título que me defina, tenho disposição. Trabalho como engenheiro e a experiência prática me traz muito para as aulas. Mas essa vida dupla me ensina todo dia, e trago para as aulas o que aprendo no chão da fábrica. Recentemente, recebi o prêmio de Student Thesis Contest, primeiro lugar do mundo pela IEEE com meu trabalho de mestrado, fiquei feliz, não pelo troféu, mas pelos anos de esforço que ele representa. Mas no fim o conhecimento não se guarda, se compartilha. E cada aula é uma chance de aprender de novo. Quero ser professor universitário. Enquanto isso não chega, estou aqui, inteiro, grato.
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